sábado, 30 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
DESPREGADOR URGENTE! PEC 497/2010 – Subsídios nas contas de energia elétrica para igrejas
Em
maio de 2012, o vice-presidente do Sindicato dos Soldados da Borracha e
Seringueiros de Rondônia George Telles, que é evangélico, atendendo ao
pedido de autoridades das igrejas evangélicas pediu ao deputado federal
Assis do Couto – PT/PR o desarquivamento da Proposta de Emenda
Constitucional PEC/497- 2010, de autoria deputado Eduardo Valverde, que
morreu no ano passado.
Se
aprovada, a medida prevê subsídios (desconto bancado pelo governo) aos
templos e igrejas nas tarifas de energia elétrica, ou seja, cairá no
bolso do contribuinte, independente do credo.
Bem, A
CCJC (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania), da Câmara dos
Deputados, já tinha concedido no início do ano seu parecer favorável à
proposta ligada à Bancada Evangélica que vai permitir que templos
religiosos paguem menos pela energia elétrica.
A emenda é
uma tentativa de alterar o artigo 19 da Constituição, que legisla
sobre a laicidade do Estado afirmando: “É vedado à União, aos Estados,
ao Distrito Federal e aos Municípios: estabelecer cultos religiosos ou
igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com
eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança”.
Para o
relator da PEC, deputado Antônio Bulhões (PRB-SP), os subsídios são
justificados pelo fato de as igrejas prestarem “relevante trabalho de
cunho social em benefício de segmentos carentes da população”.
Essa proposta segue a mesma linha do projeto de lei 7371/2010 do deputado Bispo Rodovalho (PP-PB) que, caso fosse aprovada, liberaria recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço para financiar a construção de templos e igrejas.
Em 25 de
agosto de 2010, abandonou o seu cargo de deputado federal por decisão
do Tribunal Superior Eleitoral, por infidelidade partidária
Ex-obreira da Universal “fica grávida do capeta” e dá à luz 3 caveiras de plástico
Pior, é que tem gente que acredita nessa encenação.
Se você achou o título bizarro, assista a essa patética encenação ocorrida recentemente na Igreja Universal em Manaus (AM).
Como estão perdendo muitos voluntários, nada como usar o medo p/ mostrar o que pode acontecer com quem deixa de trampar de graça na igreja.
Aí eu pergunto, cadê o Ministério Público para apurar tamanho caso de charlatanismo e "cara-de-pauzice"?
(Achei no Pavablog)
sexta-feira, 15 de junho de 2012
sábado, 19 de maio de 2012
Novamente, fui censurado
Agora, a censura do Yahoo é instantânea! Mal começo a escrever, o Yahoo muda a foto ou desabilita a opção de comentários.
E claro, não podia ser sobre outro evento que não a "Marcha para Jesus", o evento mais manipulador de massas incautas jamais visto no mundo.
Segue o meu comentário CENSURADO:
Vá lá.
Se alguém critica esse COMÉRCIO que é a Marcha para Jesus, já é taxado de gay-ateu-anticristo.
Ninguém vê que o objetivo dessa marcha é para os políticos evangélicos amealharem mais poder político e ditarem em quem seus fiéis devem votar para os cargos de mando e legislação (Este ano, prefeitos e vereadores).
E, em anos não-eleitorais, verborragia explícita contra opiniões contrárias ou mesmo adversas às deles, com uma ênfase que parecem ordens de guerra. Palavras de ódio aos gays, comunistas, ateus e outras correntes religiosas. Nenhuma palavra de amor, nenhum ato de caridade, nenhuma árvore plantada, nenhum agasalho doado, nenhum necessitado atendido.
"Não façais da Casa de Deus uma casa de comércio!", disse Jesus ao espalhar as mesas dos cambistas pra fora do Templo de Jerusalém usando um chicote. Será que os "cristãos" se esqueceram disso?
E claro, não podia ser sobre outro evento que não a "Marcha para Jesus", o evento mais manipulador de massas incautas jamais visto no mundo.
Segue o meu comentário CENSURADO:
Vá lá.
Se alguém critica esse COMÉRCIO que é a Marcha para Jesus, já é taxado de gay-ateu-anticristo.
Ninguém vê que o objetivo dessa marcha é para os políticos evangélicos amealharem mais poder político e ditarem em quem seus fiéis devem votar para os cargos de mando e legislação (Este ano, prefeitos e vereadores).
E, em anos não-eleitorais, verborragia explícita contra opiniões contrárias ou mesmo adversas às deles, com uma ênfase que parecem ordens de guerra. Palavras de ódio aos gays, comunistas, ateus e outras correntes religiosas. Nenhuma palavra de amor, nenhum ato de caridade, nenhuma árvore plantada, nenhum agasalho doado, nenhum necessitado atendido.
"Não façais da Casa de Deus uma casa de comércio!", disse Jesus ao espalhar as mesas dos cambistas pra fora do Templo de Jerusalém usando um chicote. Será que os "cristãos" se esqueceram disso?
terça-feira, 3 de abril de 2012
Aluno ateu diz que foi perseguido por não rezar na aula
A atitude de uma professora que repreendeu um aluno ateu após ele permanecer em silêncio durante uma oração feita por ela causou polêmica em uma escola estadual de Minas Gerais. A informação é da reportagem de Ricardo Gallo publicada na edição desta terça-feira da Folha (a reportagem completa está disponível a assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
O caso ocorreu há duas semanas na escola estadual Santo Antonio, em Miraí, cidade de 13,8 mil habitantes que fica na Zona da Mata, a 335 km de Belo Horizonte.
Quem discutiu com a professora de geografia foi Ciel Vieira, 17, ateu há dois anos. "Eu disse que o que ela fazia era impraticável segundo a Constituição. E a professora disse que essa lei não existia".
Ao notar a reação do estudante, ela lhe disse, segundo o relato do aluno, que "um jovem que não tem Deus no coração nunca vai ser nada na vida". O aluno se irritou, os dois discutiram, e o caso foi parar na diretoria da escola. O garoto gravou parte da oração e pôs no YouTube.
Lila Jane de Paula, a docente, não quis falar com a reportagem. Procurada, a Secretaria de Estado da Educação informou que a professora foi orientada a não rezar mais dentro da classe.
VEJA VÍDEO FEITO PELO ALUNO:
Fonte: Folha de São Paulo
O caso ocorreu há duas semanas na escola estadual Santo Antonio, em Miraí, cidade de 13,8 mil habitantes que fica na Zona da Mata, a 335 km de Belo Horizonte.
Quem discutiu com a professora de geografia foi Ciel Vieira, 17, ateu há dois anos. "Eu disse que o que ela fazia era impraticável segundo a Constituição. E a professora disse que essa lei não existia".
Ao notar a reação do estudante, ela lhe disse, segundo o relato do aluno, que "um jovem que não tem Deus no coração nunca vai ser nada na vida". O aluno se irritou, os dois discutiram, e o caso foi parar na diretoria da escola. O garoto gravou parte da oração e pôs no YouTube.
Lila Jane de Paula, a docente, não quis falar com a reportagem. Procurada, a Secretaria de Estado da Educação informou que a professora foi orientada a não rezar mais dentro da classe.
VEJA VÍDEO FEITO PELO ALUNO:
Fonte: Folha de São Paulo
quinta-feira, 29 de março de 2012
Professora evangélica prega em aula e aluno sofre bullying na escola
Adolescente e seus pais em casa (Foto: Tiago Silva/DGABC)
Adolescente de 15 anos passou a ser vítima de bullying e intolerância religiosa como resultado de pregação evangélica realizada pela professora de História Roseli Tadeu Tavares de Santana. Aluno do 2º ano do Ensino Médio na Escola Estadual Antonio Caputo, no Riacho Grande, em São Bernardo, o garoto começou a ter falta de apetite, problemas na fala e tiques nervosos.
Desde janeiro, ele sofre ataques. Primeiro, uma bola de papel lhe atingiu as costas. Depois, ofensas graves aos pais, que resolveram agir. "Ficamos abalados", disse Silveira. "A própria escola não deu garantias de que meu filho terá segurança."
O garoto estuda na unidade desde a 5ª série. Poucos sabiam de sua crença. E quem descobria se afastava.Da professora, ouviu que pregação religiosa fazia parte do seu método. Roseli não quis comentar sobre o caso.
A Secretaria Estadual da Educação promete que a Diretoria de Ensino de São Bernardo irá apurar a história e reconhece que pregar religião é proibido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Na escola, os alunos reclamam da prática. "Não aprendi nada com ela. Só que teria de ter a mesma religião que ela", disse um menino de 16 anos.
‘Nossas crianças não têm direito a ter uma identidade. São discriminadas'
A presidente da Afecab (Associação Federativa da Cultura e Cultos Afro-Brasileiros), Maria Campi, anunciou que dará amplo suporte à família de Magno pelo que o garoto vem sofrendo. "Nossas crianças não têm direito a ter uma identidade. São discriminadas quando usam as vestimentas. Falta estudar mais as culturas africanas", completou.
Um registro de ocorrência foi feito no 4º DP (Riacho Grande), e a Comissão de Liberdade Religiosa da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e o Ministério Público foram acionados. "O Estado brasileiro é laico e não pode promover uma religião específica através de seus agentes. É preciso compreender a importância do respeito à escolha do próximo", disse a presidente da comissão, Damaris Moura.
"Escola não é lugar para se fazer pregação", definiu Carlos Brandão, doutor em Educação pela Unesp (Universidade Estadual Paulista). "O superior que está permitindo isso não está só indo contra a lei, mas sim prejudicando a moral dos alunos."
Até mesmo pais evangélicos de alunos do local criticam a postura. "Nunca foi falado em casa que ela fazia isso. Senão eu reclamaria, é errado", disse a doméstica Edemilda Silva, 46 anos, moradora do Capelinha. Seu filho, 13, está na 8ª série do Ensino Fundamental e confirmou a atitude da professora. "Se quiser ouvir a palavra, vou na igreja. "
Fonte: Yahoo!
Eles estão atacando em todas as frentes, e sua apelação não tem limites. Estão fazendo pregação agressiva, hostil, e quem discordar é perseguido.
Precisamos fazer algo. E urgente.
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